- Qual é a diferença entre genero textual e tipologia textual?
A diferença é que tipologia textual é a forma como os acontecimentos são apresentados no texto, por exemplo, um texto dissertativo, apresenta seus argumentos de forma lógica e coerente, com objetivo de defender o seu ponto de vista.O genero textual é a maneira como o texto está organizado, isto é, como o locutor fez para facilitar a realização da finalidade do texto.
(tipologias textuais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tipologia_textual . outras tipologias)
- Destaque três figuras de linguagem importantes para compreensão do texto poético. Explique.
Paradoxo: é a figura de linguagem que consiste no emprego de palavras que, embora opostas quanto ao sentido, se fundem em um enunciado.
Personificação ou prosopopéia: é a figura de linguagem que consiste em atribuir linguagem, sentimentos e ações dos seres humanos a seres inanimados ou irracionais.
Hipérbole: é uma figura de linguagem que consiste em expressar uma idéia com exagero.
- Palavras-chave: classicismo, quinhetismo, barroco, arcadismo.
Classicismo: antropocentrismo, racionalismo, universalismo, humanismo.
Quinhetismo: catequéticismo, Padre José de Anchieta, Brasil.
Barroco: antíteses, cultismo e conceptismo, metáforas, linguagem complicada.
Arcadismo: bucolismo, mitologia, uso de palavras simples.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Postado por jhuuly às 09:06 0 comentários
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sábado, 25 de julho de 2009
Estrangeirismos na língua protuguesa.
Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, lingüísticas e comportamentais de um povo ou civilização. Os estrangeirismos da língua portuguesa fazem com que a cultura do país, vá se ocultando cada dia mais, já cultura também é língua.
Esse processo de estrangeirismo não é passageiro, até porque vem aumentando com o passar dos anos o uso de palavras estrangeiras que tem até tradução para o português e, além disso, existem palavras clandestinas - sejam elas de origens inglesas, francesas, italianas, espanholas e agora até indiana, Are baba – que já até fazem parte do dicionário português, como o verbo “deletar”, que na verdade é apagar.
Palavras estrangeiras são introduzidas em nosso vocabulário, por motivos como modismo, avanços tecnológicos e etc., e a maioria das pessoas já estão acostumadas com os estrangeirismos na língua portuguesa, até porque a grande parte dessa maioria desconhece a verdadeira origem dessas palavras estrangeiras. As palavras forasteiras geralmente passam por um processo de aportuguesamento, como é o caso do abajur, que possui a forma original do francês “abat-jour”, mas existem algumas palavras que não passam por esse processo de aportuguesamento e são escritas e pronunciadas de forma original como a palavra cappuccino, que vem do italiano “cappuccino”. Dessa forma a língua corre o risco de ir sumindo aos poucos, pela falta de senso das pessoas que misturam as palavras estrangeiras e nacionais em uma única frase e vive falando no dia-a-dia, só pra mostrar que fala não só o português como outro idioma.
Vai ser preciso adotar uma lei, para que as pessoas parem de usar estrangeirismos e falem palavras clandestinas somente quando for de estrema necessidade... _Não, não precisamos tomar decisões tão sérias somente por causa de palavras forasteiras, que na verdade levam uma eternidade para conseguir entrar no vocabulário português, e além do mais são poucas as vezes que essas palavras substituem alguma já existente na língua nacional, isto é, as palavras estrangeiras são apenas palavras a mais e o único problema é que elas amenizam a cultura nacional.
E se for o caso do estrangeirismo tomar a língua portuguesa, vai levar o maior tempão e pra falar a verdade, eu penso que da que lá, já vai ter chegado até o fim do mundo.
Postado por jhuuly às 07:21 0 comentários
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Poesia -
Inconfesso Desejo.
Queria ter coragem
Para falar deste segredo
Queria poder declarar ao mundo
Este amor
Não me falta vontade
Não me falta desejo
Você é minha vontade
Meu maior desejo
Queria poder gritar
Esta loucura saudável
Que é estar em teus braços
Perdido pelos teus beijos
Sentindo-me louco de desejo
Queria recitar versos
Cantar aos quatros ventos
As palavras que brotam
Você é a inspiração
Minha motivação
Queria falar dos sonhos
Dizer os meus secretos desejos
Que é largar tudo
Para viver com você
Este inconfesso desejo
Carlos Drummond de Andrade
Postado por jhuuly às 14:07 0 comentários
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sábado, 20 de junho de 2009
À CIDADE DA BAHIA
Triste Bahia! ó quão dessemelhante
Estás e estou do nosso antigo estado!
Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado,
Rica te vi eu já, tu a mi abundante.
A ti trocou-te a máquina mercante,
Que em tua larga barra tem entrado,
A mim foi-me trocando, e tem trocado,
Tanto negócio e tanto negociante.
Deste em dar tanto açúcar excelente,
Pelas drogas inúteis, que abelhuda,
Simples aceitas do sagaz Brichote.
Oh se quisera Deus, que de repente,
Um dia amanheceras tão sisuda
Que fôra de algodão o teu capote.
Gregório de Mattos. Poemas escolhidos.Ed.de José Miguel Wisnik. São Paulo:Culrix, 1975. p.40; 42)
Postado por jhuuly às 04:35 0 comentários
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
Abstrato e Concreto
Tudo o que não revelo
Pelo bem de quem mais quero,
Por saber que não há retorno,
Para não causar-lhe transtorno
Ou algum constrangimento
Guardo trancado no peito...
Abstratos sentimentos,
Esmiuçados lamentos,
Eternizados momentos
Que me fizeram crescer,
Que me fazem viver,
Ou quem sabe morrer...
O que trago no peito
É muito abstrato...ninguém pode ver...
É muito querer... sem nada ter...
É tanto amor...sem nenhum calor...
É desejo, é carinho,
É sofrer em desatino...
Até transbordar...
Sair da abstração,
Revelar a paixão
E se concretizar...
Quando não há mais jeito
O amor sai do peito...
Se revela e apela,
Mostra a cara e encara
E com jeito, sem medo,
Tende a se materializar...
Postado por jhuuly às 15:37 0 comentários
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